Esse ano o grupo já emplacou a música "ready for the floor" (já postei no blog) e agora lança um novo clipe.
HOT CHIP - ONE PURE THOUGHT
A numerosa banda faz um som experimental, usando instrumentos como: tuba, clarinete, sintetizadores e até uma furadeira. É australiana como as bandas The Presets e Cut Copy, e está lançando esse ano o terceiro álbum. Veja a divertida animação do novo single da Architecture in Helsinki.
O cantor, produtor e DJ nova-iorquino lança “Last Night” seu novo cd, com influências dos anos 70,80 e 90. Este já pode ser considerado um dos melhores trabalhos de Moby. Já saíram dois clipes com músicas deste disco, os ótimos singles "Alice" e "Disco Lies", confira.
ESTÔMAGO é a história da ascensão e queda de Raimundo Nonato, um cozinheiro com dotes muito especiais. Trata de dois temas universais: a comida e o poder. Mais especificamente, a comida como meio de adquirir poder. E pode ser definido como “uma fábula nada infantil sobre poder, sexo e culinária”.
Into the Wild é o nome original do livro escrito pelo jornalista Jon Krakauer em 1996 que conta a história verídica de Christopher MacCandeless, um viajante americano que morreu perto do Parque Nacional Denali no Alasca depois de viver sozinho na selva alasquiana com pouca comida e equipamento. Em 2007, o livro foi adaptado para o cinema e dirigido por Sean Penn. A trilha sonora é de Michael Brook, Kaki King e Eddie Vedder (Pearl Jam).
McCandless cresceu na Virginia em uma família da classe média alta. Especializou-se em história e antropologia. Os trabalhos de Jack London, Leo Tolstoy e de Thoreau tiveram uma grande influência sobre McCandless, e ele sonhava em deixar a sociedade para um período thoreauniano de contemplação solitária.

E olhe quem voltou! Após 16 anos, a banda The B52’s lança o seu mais novo cd, Funplex, com faixas que chegam para dominar as pistas.
FUNPLEXDa nota de 20 Pesos à cerveja nacional, a Argentina é rock.
O argentino leva o rock e seus congêneres a sério. Às vezes, leva a sério demais. O jornalista Jerônimo Burgés acha que Elvis Presley está vivo
Mil lugares para dançar Rock
É possível que Buenos Aires seja a cidade com o maior número e fãs dos Rolling Stones por metro quadrado. Juan Gutierrez, vocalista dos Ratones Paranóicos, banda ultra-popular formada nos anos 80, vivia dizendo que a banda inglesa é como um remédio para ele, e a julgar pelo número de grupos portenhos que emulam as guitarras de Keith Richards e Ron Wood, a auto-medicação Stoniana rola solta no país. Igualmente populares são as bandas clássicas do punk rock e da New Wave, como Ramones, The Clash, Talking Heads e The Police, que estão nas camisetas de pessoas de todas as idades nas ruas da capital. Mas o rock de Buenos não vive só do passado.Nas boas famílias, ele passa de pai para filho, e estes vão ver bandas como os Satan Dealers (http://www.myspace.com/satandealers), heróis locais do rock “de pegada” e influenciado pelo MC5, Stooges e outros proto-punks. Os Dealers podem ser vistos em bares como o Salón, no bairro de Palermo, que é também onde fica o Niceto Club.
Depois do curto circuito .
Isso nem sempre foi assim. Os duros anos de repressão da ditadura atrapalharam bastante o rock argentino. Músicos foram perseguidos, letras, censuradas, e até por um tempo, durante a guerra das Malvinas, toda música cantada em Inglês foi proibida nas rádios, shows e festas. Talvez por isso, mesmo com o fim do conflito e a queda do governo militar, na Argentina quase todo o rock produzido é cantado em Espanhol, embora haja exceções bem-sucedidas.
As crises econômicas também ajudaram a manter os artistas estrangeiros longe dos palcos argentinos, o que acabou sendo positivo para músicos como Charly Garcia e Fito Paez, que ocuparam o espaço vago. Mas um outro grande revés atrasou bastante a evolução da cena roqueira local: o incêndio da danceteria Cromañón.
moderna que se preze inclui a cidade em seu roteiro de viagem. Interpol, Franz Ferdinand, System of a Down, Morrissey, Jarvis Cocker e uma infinidade de grupos independentes europeus, americanos e até alguns brasileiros se aventuram pela terra de Maradona. E festivais como o Quilmes Rock, a cerveja mais rock a Argentina, vieram para ficar.
Internacionalização
E completando o caldo, cada vez mais artistas argentinos começam a se projetar internacionalmente. A coletiva Zizek entrou na lista de favoritos de revistas americanas especializadas, festivais e Djs/produtores como Diplo; bandas como Los Alamos levam
